PARAÍBA

Edital do programa Mais Médicos prevê 57 vagas na Paraíba

João Pessoa tem a maior quantidade de vagas para adesão à iniciativa

 


O edital da retomada do programa Mais Médicos, com mais de 6,2 mil vagas abertas para estes profissionais em âmbito nacional, foi publicado nesta terça-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU) pelo Ministério da Saúde. Na Paraíba, são 57 vagas. O chamamento define os municípios aptos a solicitarem esses profissionais e a quantidade de vagas abertas em cada localidade e já havia sido adiantado pelo governo federal no início do mês.

Um total de 42 municípios paraibanos podem solicitar profissionais no âmbito do programa, de acordo com o edital. A maior quantidade de vagas para adesão à iniciativa está em João Pessoa, com 8 vagas, e nas seguintes cidades: Campina Grande (4), Cajazeiras (3) e os demais municípios com 1 vaga.

Veja a lista completa dos municípios: 

  • Alagoinha (1)
  • Araruna (1)
  • Areia (1)
  • Aroeiras (1)
  • Assunção (1)
  • Baraúna (1)
  • Bayeux (1)
  • Belém (1)
  • Bonito de Santa Fé (2)
  • Cabedelo (2)
  • Cacimbas (1)
  • Caiçara (1)
  • Cajazeiras (3)
  • Camalaú (1)
  • Campina Grande (4)
  • Carrapateira (1)
  • Conde (1)
  • Coremas (1)
  • Cuité (1)
  • Gado Bravo (1)
  • Guarabira (1)
  • Gurjão (1)
  • Ingá (1)
  • Itapororoca (1)
  • Joao Pessoa (8)
  • Juazeirinho (1)
  • Juripiranga (1)
  • Lagoa (1)
  • Mamanguape (1)
  • Mulungu (1)
  • Nova Palmeira (1)
  • Pilões (1)
  • Pombal (1)
  • Puxinanã (1)
  • Santa Cecília (1)
  • Santa Cruz (1)
  • Santana dos Garrotes (1)
  • São Miguel de Taipu (1)
  • Soledade (1)
  • Taperoá (2)
  • Teixeira (1)
  • Umbuzeiro (1)

O programa

O Mais Médicos se soma a um conjunto de ações e iniciativas do governo federal para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, que é a porta de entrada preferencial ao SUS. A APS está presente em todos os municípios e próxima de todas as comunidades. É no atendimento feito neste nível de atenção que 80% dos problemas de saúde são resolvidos.

O programa, lançado no governo Dilma e agora, mais uma vez, priorizado no governo Lula, trabalha sob três pilares: a estratégia de contratação emergencial de médicos; a expansão do número de vagas para os cursos de medicina e residência médica em várias regiões do país; e a implantação de um novo currículo com formação voltada para o atendimento mais humanizado, com foco na valorização da Atenção Básica, além de ações voltadas à infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde.

 

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