A disputa pela Presidência da República entrou em ritmo acelerado em todo o território nacional. Com o início oficial da propaganda eleitoral e do guia de rádio e TV, os candidatos ao Palácio do Planalto intensificaram as agendas públicas nas ruas, comícios regionais, encontros com lideranças setoriais e transmissões diárias nas redes sociais.
O momento marca a transição definitiva das articulações de bastidor para a busca direta pelos votos da população. As estratégias de comunicação de cada chapa agora se dividem entre o tempo de TV e rádio em rede nacional e a presença constante em praças estratégicas dos maiores colégios eleitorais do país.
TSE inicia a análise de registros e impugnações
Paralelamente à movimentação nas ruas e nas mídias, o foco jurídico do pleito está concentrado em Brasília. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu início à organização dos julgamentos dos pedidos de registro das chapa presidenciais protocoladas para as Eleições de 2026.
Caberá aos ministros da Corte analisar se os postulantes preenchem todos os requisitos legais e constitucionais de elegibilidade e se há eventuais impedimentos previstos na Lei da Ficha Limpa.
Entre os principais aspectos monitorados nesta etapa pelo TSE estão:
- Julgamento de impugnações: Análise dos questionamentos apresentados por partidos, coligações ou pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra candidaturas registradas.
- Cumprimento de prazos e certidões: Verificação minuciosa da documentação exigida pela Justiça Eleitoral.
- Formatação dos planos de mídia: Garantia do cumprimento do tempo de inserção de cada coligação, conforme o peso de suas representações partidárias no Congresso Nacional.
Pelo calendário eleitoral, a Justiça Eleitoral tem prazo regulamentar para julgar todos os pedidos de registro de candidatura — incluindo eventuais recursos — antes do dia da votação no primeiro turno, garantindo segurança jurídica ao eleitorado brasileiro.



