JESUS, O FILHO DE DEUS, ENCARNOU PARA DESTRUIR O DIABO, QUE TINHA O IMPÉRIO DA MORTE (Pate 2)
A partir da entrada do pecado e da morte no mundo, o homem ficou sujeito à morte e escravo do pecado, sem poder para se libertar delas; pois o homem se tornou pecador e, por isso, é que ela peca. E, ao pecar, fica sujeito à morte, porque “A alma que pecar, essa morrera” Ez 18.20. Paulo também fala sobre esse assunto, dizendo: “O salário do pecado é a morte” Rm 6.23. Uma vida dissoluta, sem regras morais, devassa e libertina, baseada na falta de limites no comportamento pessoa, totalmente à revelia dos mandamentos de Deus, focada nos prazeres do mundo, leva a pessoa a pecar e sofrer as suas graves consequências. Daí João nos exortar, dizendo: “Não ameis o mundo, nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo, a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens, não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” 1 Jo 2.15-17. Paulo mostra que o pecado e a morte agem em dupla. Ele explica que o aguilhão da morte é o pecado (1 Co 15.56). O aguilhão é quem provoca a morte. Do ponto de vista bíblico, se não houvesse aguilhão, não haveria morte. Jesus quebrou o aguilhão da morte ao expiar o pecado na cruz. Jesus neutralizou as duas maiores forças do universo, que são o pecado e a morte. O pecado domina o homem e o inclina a pecar e o homem não tem poder para se libertar dele (continua na Parte 3).

No amor de Cristo, José de Arimatéa M. Lucena.

