OPERAÇÃO LANÇA DO SUL — EUA INVADEM VENEZUELA, BOMBARDEIAM CARACAS E ANUNCIAM CAPTURA DE NICOLÁS MADURO
Veja a reação do governo Lula e outros líderes do planeta.

Foto: Redes Sociais
CARACAS/WASHINGTON – O mundo acordou em choque neste sábado. Em uma ação militar sem precedentes no século XXI na América Latina, as Forças Armadas dos Estados Unidos iniciaram uma ofensiva total contra o governo da Venezuela. O presidente Donald Trump confirmou que o objetivo é a “restauração imediata da ordem democrática” e a erradicação do que chamou de “quartel-general do narcotráfico no Caribe”.
Madrugada de fogo
As primeiras explosões foram sentidas às 3h15 (horário local). O ataque combinou bombardeios de precisão e incursões terrestres de tropas de elite.
- Forte Tiuna em Chamas: O principal centro de comando militar em Caracas foi atingido por mísseis de cruzeiro, destruindo sistemas de defesa aérea.
- Captura de Maduro: Em pronunciamento oficial, a Casa Branca afirmou que unidades da Delta Force capturaram Nicolás Maduro em um bunker nos arredores de Miraflores. Ele estaria sendo transportado para uma base militar fora do país.
- Bloqueio Naval: A Marinha dos EUA estabeleceu um cerco total à costa venezuelana, impedindo a saída de qualquer embarcação do país.
Os motivos da invasão
A administração americana detalhou três pilares que sustentam a decisão da intervenção militar:
Narcoterrorismo e segurança nacional
Os EUA designaram oficialmente o governo venezuelano como uma organização criminosa internacional. Segundo o Pentágono, o controle do Cartel de los Soles sobre as rotas de exportação de cocaína para a Flórida atingiu níveis insuportáveis, sendo tratado agora como uma ameaça de segurança interna, e não apenas diplomática.
Fraude eleitoral e Ilegitimidade
Washington utiliza o argumento da “defesa da democracia”. Após as contestadas eleições de 2024, os EUA afirmam que o poder de Maduro era fruto de uma usurpação violenta e que a oposição legítima, liderada por Edmundo González e María Corina Machado, solicitou ajuda externa para garantir a transição.
Ameaça geopolítica (Rússia e Irã)
A crescente presença de bases de inteligência russas e o fornecimento de drones iranianos em solo venezuelano foram vistos como uma quebra da Doutrina Monroe. O ataque visa remover a influência dessas potências “rivais” do hemisfério ocidental.
Reações e consequências mediatas
O impacto global é sísmico:
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- Preço do Petróleo: O barril Brent disparou 12% nas primeiras horas após o ataque, diante da incerteza sobre a maior reserva de petróleo do mundo.
- Brasil em Alerta: O Exército Brasileiro reforçou as fronteiras em Roraima para conter o fluxo migratório em massa que já começou a ser registrado por civis fugindo dos combates.
- Conselho de Segurança da ONU: Rússia e China convocaram uma reunião de emergência, classificando o ato como “invasão imperialista ilegal”.
”Não estamos em guerra com o povo venezuelano, mas em guerra contra um cartel que sequestrou uma nação. A liberdade chegou ao sul.” — Trecho do discurso de Donald Trump.
A reação ificial do Governo Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva emitiu uma declaração contundente classificando o ataque como uma “afronta gravíssima”.
- Violação do Direito Internacional: O Itamaraty sustenta que o uso da força e a captura de um chefe de Estado estrangeiro ultrapassam uma “linha inaceitável” e criam um precedente perigoso para a estabilidade global.
- Zona de Paz: O Brasil defende que a América Latina deve ser preservada como uma zona de paz e que soluções para crises políticas devem ser resolvidas via multilateralismo e diálogo, e não por intervenções militares externas.
- Convocação de Emergência: O chanceler Mauro Vieira e o assessor especial Celso Amorim convocaram uma reunião interministerial de emergência em Brasília para avaliar a legalidade da incursão americana sob a ótica dos tratados internacionais.
Medidas práticas na fronteira (Pacaraima)
Devido à instabilidade, o governo brasileiro já tomou as seguintes providências:
- Fechamento da Fronteira: O acesso por Pacaraima (Roraima) foi bloqueado por viaturas do Exército Brasileiro para garantir a segurança nacional e organizar a triagem de quem tenta cruzar a fronteira.
- Plano de Contingência Migratória: A Casa Civil colocou em prática um plano estruturado nas últimas semanas. O objetivo é evitar um colapso humanitário, reforçando a Operação Acolhida para receber refugiados que fogem dos bombardeios.
- Monitoramento de Brasileiros: O consulado em Caracas trabalha para identificar e garantir a segurança de cidadãos brasileiros que vivem na capital venezuelana.
Divisão política no Brasil
A crise no país vizinho reflete diretamente na política interna brasileira:
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- Governo e Esquerda: Repudiam a ação de Donald Trump, chamando-a de “imperialismo” e “atentado à democracia regional”.
- Oposição (Direita): Lideranças alinhadas a Trump e à família Bolsonaro celebraram a captura de Maduro, classificando-a como o “fim de uma ditadura narco-terrorista” e o início da libertação do povo venezuelano.
Nota Diplomática: “Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência e caos, onde a lei do mais forte prevalece.” — Trecho da nota divulgada pelo Palácio do Planalto.




