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ARIMATÉA MENEZES

A MINHA GLÓRIA NÃO DAREI A OUTREM (Parte 6)

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Jesus e os Seus discípulos foram convidados para uma festa de casamento e, no meio da festa, faltou vinho. Então, Maria, Sua mãe, levou o problema para Ele, que transformou água em vinho (Jo 2.1-10). Por esse motivo, deduziram que, quem pedisse algo a Maria, ela intercederia junto ao Filho para resolver o problema; considerando que o filho atende a mãe. Assim, Maria passou a ser mediadora. Quanto a mediação entre Deus e os homens, Paulo não deixa dúvida quem é o Mediador. Ele diz: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” 1 Tm2.5. E Jesus ensinou que deve se pedir a Deus em Seu nome: “na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar” Jo 16.23. Com todo o respeito que é devido a Maria, Jesus disse para pedir a Deus, o Seu Pai, e não à Maria. No ano de 593, foi introduzida a doutrina do purgatório. Jesus ensinou que só existem dois lugares para onde vão os espíritos das pessoas que morrem: Paraiso e Hades (Lc 16.19-31). No ano 600, os serviços passaram a ser feitos em latim e rezas eram dirigidas a Maria. No ano 787, o concílio de Nicéia II, introduziu o culto as imagens, que poderiam ser veneradas e só Deus adorado. Contudo, a prática mostrou que a maioria do povo cristão tem seus santos padroeiros e pedem diretamente para eles, a fim de resolverem os seus problemas. E o Deus verdadeiro, que deveria ser invocado, é colocado de lado. Isto ocorre porque em 933, o IV Concílio de Trento, instituiu a canonização dos santos, o que ocorre até os dias de hoje. Dessa forma, se deixou de pedir ao Deus Criador para pedir a criatura, que nada pode resolver (continua na Parte 7)

Arimatéa
No amor de Cristo, José de Arimatéa M. Lucena.

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