A MINHA GLÓRIA NÃO DAREI A OUTREM (Parte 5)
Certo doutor da lei judaica perguntou a Jesus: “Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” Mt 22.35-38. Em Israel não existe ídolos, porque o judeu sabe que só se adora a Deus. Os primeiros cristãos foram judeus e não fizeram imagem de escultura, porque sabiam que Deus havia proibido. Eles não fizeram nem a imagem do Senhor Jesus. Os discípulos combatiam a idolatria. Veja a reação dos idolatras: “E bem vedes e ouvis que não só em Éfeso, mas até quase em toda a Ásia, este Paulo tem convencido e afastado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os que fazem com as mãos” At 19.26. A Igreja Cristã seguiu essa prática, até meados do IV século; quando o Imperador Constantino aderiu ao Cristianismo e encampou como religião romana, para fortalecer o império. A partir de então, dogmas humanos foram sendo introduzidos na Igreja Cristã, afastando a igreja Cristã do evangelho de Cristo, dando lugar a tradição de homens baseada no paganismo. Esses dogmas humanos passaram a ser obedecidos em detrimento às ordenanças da Palavra de Deus*m. Contudo, esses dogmas não resistem quando confrontados com as Escrituras Sagradas. Vejamos alguns exemplos: No ano 416, começaram a batizar crianças recém-nascidas. Jesus foi batizado aos tinta anos de idade (Lc 3.21-23, Mt 3.13-17). No ano de 431, o Concilio de Éfeso aprovou o culto a Maria, considerando que Jesus é Deus, então Maria era mãe de Deus (Continua na Parte 6).

No amor de Cristo, José de Arimatéa M. Lucena.




