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Ações de Segurança Pública: Operação combate golpe do “falso CEO” de R$ 940 mil e apreende toneladas de pirataria na PB

Investigações desarticulam esquema de fraude corporativa no Agreste e recolhem mercadorias ilegais avaliadas em R$ 300 mil no Centro da capital.

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As forças de segurança da Paraíba deflagraram ações de combate a crimes patrimoniais e falsificação em diferentes regiões do Estado. Em Campina Grande, a Polícia Civil cumpriu mandados em uma nova etapa da Operação Cavalo de Troia para desarticular um esquema conhecido como golpe do “falso CEO”, que causou um prejuízo estimado em R$ 940 mil. Simultaneamente, no Centro de João Pessoa, uma ação conjunta entre a Polícia Civil e a Receita Federal resultou na apreensão de cerca de duas toneladas de calçados falsificados.

Golpe corporativo em Campina Grande

As investigações da Polícia Civil revelaram que os suspeitos se passavam por executivos e diretores-presidentes de empresas para solicitar transferências bancárias fraudulentas.

  • Esquema de alto valor: A fraude causou um prejuízo de cerca de R$ 940 mil a uma empresa. A farsa foi identificada após auditorias internas constatarem que os perfis de mensagens não pertenciam aos reais gestores.

  • Apreensões e rastreio: Durante os cumprimentos de mandados judiciais, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos e documentações com o objetivo de mapear a rota do dinheiro e identificar outros integrantes do grupo criminoso.

Apreensão massiva de pirataria no Centro da capital

Em João Pessoa, o alvo foi o comércio ilegal de produtos falsificados no setor central da cidade.

“Toda a mercadoria comercializada no estabelecimento vistoriado apresentava indícios de falsificação de grandes marcas”, detalharam os órgãos envolvidos na fiscalização.

Os principais desdobramentos da operação na capital incluem:

  • Volume e avaliação: A apreensão de quase duas toneladas de calçados piratas foi avaliada em aproximadamente R$ 300 mil.

  • Conduções à delegacia: O proprietário do estabelecimento não estava no local durante o cumprimento da ordem, mas o gerente da loja foi conduzido pela equipe policial para prestar esclarecimentos.

  • Destinação social: Sob supervisão da Receita Federal, as mercadorias recolhidas passarão por um processo de descaracterização das marcas para que, posteriormente, possam ser doadas a comunidades vulneráveis.

As autoridades locais informaram que a fiscalização em centros comerciais e as apurações sobre golpes cibernéticos continuarão sendo intensificadas ao longo das próximas semanas.

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