Homem fica preso em cemitério de Ingá, após enterro e grita por socorro no portão
Caso inusitado ocorreu no final da tarde; ninguém sabe explicar como o local foi fechado com o cidadão ainda lá dentro.

Da redação – Um episódio inusitado e, no mínimo, assustador, chamou a atenção dos moradores da cidade de Ingá, no interior da Paraíba. Um homem, cuja identidade não foi revelada, acabou ficando trancado dentro do Cemitério Municipal logo após acompanhar um velório.
O caso, que mistura contornos de drama e uma pitada de mistério, ocorreu no final da tarde. Segundo relatos de testemunhas, o cidadão compareceu ao cemitério para prestar as últimas homenagens a um conhecido. No entanto, após o encerramento da cerimônia e a saída do cortejo fúnebre, algo saiu errado.
Não há informações precisas sobre o que levou o homem a permanecer no local. Especula-se que ele possa ter se distraído em oração, visitado outro túmulo ou até mesmo tirado um breve cochilo, perdendo a noção do tempo. O fato concreto é que os funcionários responsáveis pelo fechamento dos portões não notaram a presença do “hóspede” e trancaram o cemitério com o cadeado principal.
O Desespero no portão
Quando percebeu que estava sozinho na companhia apenas dos túmulos e com o sol se pondo, o homem entrou em pânico. Sem ter como sair e sem conseguir contato telefônico imediato, ele se dirigiu ao portão principal, de frente para a rua.
Agarrado às grades de ferro, o cidadão começou a gritar desesperadamente por socorro, chamando a atenção de quem passava pelas proximidades. A cena, incomum para o local, causou surpresa e, inicialmente, até um certo receio em alguns pedestres, já que os pedidos de ajuda vinham “de dentro” do campo santo.
Felizmente, após os gritos, populares perceberam a situação e entraram em contato com os responsáveis pelo cemitério para que o portão fosse reaberto.
Investigação e Alerta
Até o momento, a administração do cemitério ou a prefeitura local não se pronunciaram oficialmente sobre a falha na vistoria antes do fechamento. O caso serve de alerta para a necessidade de protocolos mais rigorosos para garantir que o local esteja completamente vazio antes de ser trancado, evitando que outros cidadãos passem por esse tipo de sufoco.
O homem foi libertado sem ferimentos, mas, certamente, com uma história inesquecível – e um tanto assustadora – para contar aos amigos e familiares em Ingá.






