ARIMATÉA MENEZESCOLUNA

JESUS FOI CRUCIFICADO NÃO PELOS OS SEUS PECADOS, MAS PELOS PECADOS DOS OUTROS (Parte 1)

O que é pecado? Pecado é transgredir a Palavra de Deus. Nos primórdios da criação, os nossos primeiros pais desobedeceram a ordem divina e receberam o castigo merecido, que foi a morte. E a culpa do pecado foi imputada à sua descendência, porque Adão era o representante legal da raça humana.
A ordem de Deus para Adão foi para não desobedecê-Lo, porque morreria. Como ele desobedeceu, o pecado e a morte entraram no mundo (Rm 5.12) e Adão sofreu, de início, a morte espiritual, que foi a separação de Deus. Depois, veio a morte do corpo, que é a separação do corpo do espírito. E, na eternidade, haverá a morte eterna, para quem morrer sem Cristo, que será a separação de Deus, em sofrimento, por toda a eternidade.
O pecado condenou a humanidade à morte eterna. O profeta Ezequiel diz qual é o resultado do pecado: “A alma que pecar, essa morrerá” Ez 18.20. E Paulo mostrou a universalidade do pecado que atingiu a humanidade. Ele disse: *l“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” Rm 3.23.
Para resolução do problema, Deus enviou o Seu Filho, Jesus, sem pecado para tirar o pecado da humanidade. Jesus é o Cordeiro de Deus que veio tirar o pecado do mundo (Jo 1.29). Jesus assumiu o pecado do homem e morreu em seu lugar para que ele tivesse vida. Na cruz, Jesus expiou o pecado, eliminando os seus efeitos condenatórios de morte eterna, na eternidade.
Paulo esclarece que o poder da morte está no pecado. Ele diz: “Ora, o aguilhão da morte é o pecado” (1 Co 15.56). No Antigo Testamento, o perdão dos pecados era obtido por meio do sacrifício de animal. O animal não podia ter defeito. O pecador, diante do sacerdote, colocava a mão sobre o animal e confessava os seus pecados, que eram transferidos para o animal que era morto em seu lugar. Era a morte substituta. Essa prática já apontava para o que iria acontecer no futuro, quando Jesus, o Cordeiro de Deus, iria levar sobre Si o pecado do homem e morrer em seu lugar. E isso aconteceu no século I, quando Jesus morreu em nosso lugar (continua na Parte 2).
No amor de Cristo, José de Arimatéa M. Lucena

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